Angola. Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste
Publicidade
 
 
 
 
   
 



Para ler e baixar as
poesias de Cecília Meirelles

 

"Renascem no país a esperança, a auto-estima e a confiança num futuro seguro que garanta bem-estar e prosperidade para os angolanos."

LEIA MAIS >

 

 

 

 

 
 

PRODUÇÃO DE BIOCOMBUSTÍVEIS

A produção de biocombustíveis deve ser estudada mais a fundo, de forma a aumentar as oportunidades e diminuir os riscos sobre segurança alimentar. A avaliação é da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).

Em documento entregue ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a FAO reconhece os benefícios das fontes alternativas de energia, mas faz um alerta: "O aumento da produção de bionergia resultará em novas demandas consideráveis de recursos naturais, com possíveis consequências prejudiciais de natureza ambiental e social".

Segundo a FAO, os impactos da produção de biocombustíveis dependem de aspectos como escala de produção, estrutura dos mercados e decisões em termos de políticas agrícolas, energéticas, ambientais e comerciais. O relatório da FAO considera indispensável, para a América Latina e Caribe, a implementação de políticas de desenvolvimento e ordenamento territorial, incluindo o zoneamento agroecológico, com indicação das terras disponíveis para cultivo de biocombustíveis, incentivos e penalidades para o uso de bosques, rios etc.

 
 

VACINA ANTI-SIDA NA ÁFRICA DO SUL

O Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães, unidade técnico-científica da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Pernambuco, deve iniciar em Junho a segunda fase da vacina terapêutica contra a SIDA/Aids. Segundo o pesquisador Luiz Cláudio Arraes, da Fiocruz de Pernambuco, estão disponíveis para o projecto R$ 2 milhões, obtidos junto ao Ministério da Saúde e à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

A primeira etapa do projecto, cujo resultado foi apresentado em 2004, reduziu em até 80% a presença do HIV (vírus da imunodeficiência humana, causador da Aids) em brasileiros infectados. Durante três anos, 18 pacientes seropositivos submeteram-se a testes com a vacina, em Recife. Na nova etapa, o objectivo é melhorar a padronização das doses e seu escalonamento, de modo a identificar os efeitos dose-dependentes e aumentar a potência do tratamento.

Como na primeira etapa verificou-se que a vacina funcionava em algumas pessoas, e em outras, não, a Fiocruz tentará identificar qual a melhor dose para os cerca de 40 pacientes voluntários brasileiros que ainda não iniciaram nenhum tipo de tratamento, ou seja, que não tomaram os medicamentos do coquetel antiaids. A vacina será testada também em três pacientes seropositivos estrangeiros (um belga, um francês e um norte-americano) que se inscreveram para participar do projecto no Brasil.

O processo toma por base as células que não deixam o vírus se esconder, que são as melhores células apresentadoras do vírus para o sistema imunológico. A célula é tomada bem jovem, antes do vírus destruí-la, e amadurece fora do corpo humano, dentro do laboratório.

Durante um ano, o Centro Aggeu Magalhães acompanhará os testes nos voluntários quinzenalmente, durante os três primeiros meses, e mensalmente, nos meses seguintes. Os resultados deverão ser melhores que os da primeira fase. A vacina terapêutica contra a Aids deverá ser um tratamento adicional para pacientes infectados pelo vírus. A produção em escala comercial, entretanto, ainda é impensável, devido à logística envolvida, que é muito cara.

 
 
 
Páginas 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6
 
ABRIL/MAIO 2007
 
Retornar à página inicial