Angola. Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste
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Olavo Bilac



A África do Sul, sede da Copa do Mundo de 2010, é o país considerado a maior potência econômica no continente africano.

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11 de Fevereiro comemora 20 anos da libertação de um dos maiores líderes da luta contra o apartheid e um dos grandes nomes da história de todos os tempos

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Mário Soares, ex-Presidente de Portugal
Foto: Elza Fiúza/ABr
“Um dos aspectos fundamentais foi haver já um plano efetivo para a solução desse problema. Essa dívida será paga em tempo oportuno, para que não haja uma situação que leve ao asfixiamento das empresas. (...) 2009 foi um ano difícil para todo o mundo, também para Angola, não obstante o crescimento real de 2,7 por cento, sem recessão. Mas houve problemas que se colocaram sobretudo por causa da redução drástica das receitas petrolíferas."

Manuel Nunes Junior, Ministro da Economia angolano, sobre o plano do Governo de Angola de iniciar ainda em Maio o pagamento às empresas, nacionais e estrangeiras
 
 

“No Brasil e na América Latina as expectativas são de que as industriais culturais representem entre cinco e sete por cento do PIB, mais do que o setor da soja, da pesca ou construção civil. A cultura é uma poderosa indústria que cria empregos e gera divisas. Afirmar plenamente uma língua é também vender os seus produtos, entrar no mercado mundial dos bens simbólicos.”

Armando Ferreira, Secretário do Ministro da Cultura do Brasil, em Lisboa para falar sobre os desafios e oportunidades da língua portuguesa e a sua dimensão cultural, no ISCTE

 
 

“Apesar de serem colocados no mesmo saco, o problema de Portugal é sobretudo de depressão. Portugal não cresce há 10 anos, enquanto o da Grécia é realmente um problema de finanças públicas. Portugal teve um problema de finanças públicas nos anos 90, mas há cerca de cinco anos foi ultrapassado. O foco nas finanças públicas serve para distrair as pessoas dos problemas essenciais, que são o crescimento e a produtividade.”

Ricardo Reis, economista português, em entrevista à Bloomberg

 
 
Mário Soares, ex-Presidente de Portugal

"A China continua a ser mais uma ameaça do que uma oportunidade. Com a dimensão do mercado e o potencial de crescimento, o país é uma oportunidade, mas infelizmente continua longínqua, muito fechada para o exterior e muito agressiva na sua política comercial de exportação. Hoje em dia, a balança comercial continua a ser praticamente a mesma de há cinco anos, ou seja, a China vende 26 vezes mais à Europa do que a Europa vende à China.”

Paulo Vaz, diretor geral da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP), dias antes do início da maior exposição universal de sempre em Xangai, o centro econômico e financeiro da China
 
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MAIO/JUNHO 2010
 
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