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Olavo Bilac


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Copa 2010


A África do Sul, sede da Copa do Mundo de 2010, é o país considerado a maior potência econômica no continente africano. A economia de mercado se baseia nos serviços, na indústria, na exploração mineradora e na agricultura. É a nação mais rica e industrializada do continente.

As principais riquezas do país encontram-se sobretudo nos recursos minerais, como o carvão, o cobre, o manganês, o ouro, a cromita, o urânio, o ferro e os diamantes. No entanto, a exploração de minérios é liderada pela extração do ouro.

O país conseguiu superar, nestas duas décadas, as barreiras legais e políticas que separavam brancos e negros. Mas, ainda persiste um grande abismo social que mantém metade da população negra abaixo da linha da pobreza.

Para a Copa, o país construiu cinco novos estádios de futebol. Será a primeira vez da história do país que a região terá estádios especialmente dedicados a essa modalidade desportiva. Sob o antigo governo do apartheid, os estádios eram construídos exclusivamente para o rúgbi e o críquete.

João Pinto e Eusébio durante a apresentação à imprensa os 24 jogadores portugueses para a Copa 2010
vAntónio José/Lusa

A África do Sul tem pouca tradição no futebol. Em 2002 participou da Copa da Coreia e Japão no grupo B, sendo eliminada na 1.ª fase num grupo em que participavam as seleções da Espanha, Eslovênia e Paraguai. Participou também da Copa de 1998, na França.

Uma delegação da FIFA completou uma primeira visita à África do Sul depois que o país foi escolhido como sede da Copa do Mundo de 2010. Os dirigentes disseram em seguida que vários aspectos técnicos e legais foram debatidos antes de os membros da FIFA deixarem o país.

Em meados de 2008, em virtude dos atrasos nos preparativos com a possibilidade da África do Sul não terminar a tempo as obras necessárias, especulou-se sobre a troca da sede da Copa. Foram cogitadas a Alemanha que possuía toda a estrutura montada para a Copa do Mundo 2006, além da Espanha e Austrália.

Uma greve foi iniciada pelos operários sul-africanos no dia 8 de Julho de 2009. Obras nos estádios, rodovias, ferrovias, aeroportos e hospitais chegaram a ser interrompidas. Os operários pediam algo em torno de 15% de aumento salarial. Os atrasos, que já eram evidentes ficaram mais complicados com a greve. Representantes da organização do torneio chegaram a admitir que o cronograma das obras poderia sofrer alterações.

 
 
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MAIO/JUNHO 2010
 
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