Angola. Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste
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Olavo Bilac



A África do Sul, sede da Copa do Mundo de 2010, é o país considerado a maior potência econômica no continente africano.

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Hotéis flutuantes

Arqauivo Eurobrape

O governo brasileiro vai investir R$ 677 milhões na modernização de sete portos brasileiros para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Com as obras, navios de passageiros poderão ser usados como hotéis flutuantes. “Nós vamos privilegiar as cidades-sede e queremos que os navios sejam uma alternativa para o setor hoteleiro. Isso está sendo usado na África do Sul”, disse o assessor da Subchefia de Articulação e Monitoramento da Casa Civil Roberto Garibe.

Ele expôs a programação de investimentos do governo para preparar portos e aeroportos para os dois principais eventos desportivos do mundo. No setor hoteleiro, estão previstos investimentos de R$ 16 bilhões até 2017, um ano depois das Olimpíadas do Rio de Janeiro.

Sete portos serão beneficiados com obras de terminais de passageiros, complementares aos serviços de dragagem previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC): Salvador, Recife, Natal, Fortaleza, Santos, Rio de Janeiro e Manaus.

 
 

Missão na Guiné-Bissau

Um grupo de empresários do norte da Itália esteve em Bissau na primeira semana de Maio em missão de prospecção de oportunidades para negócio na Guiné-Bissau nos domínios da construção civil, agricultura e energia, revelou a Ministra da Economia guineense, Helena Embaló.

A governante recebeu a missão empresarial italiana a quem transmitiu a confiança do governo da Guiné-Bissau e as condições e garantias para a realização de negócio do setor privado estrangeiro no país, destacando as reformas em curso na administração pública. Helena Embaló adiantou que os empresários, das regiões italianas de Pádua e Veneza, pretendem avançar já com iniciativas de negócio na área das infraestruturas hospitalares e mais tarde deverão entrar em outras áreas de negócio, designadamente agricultura e energia.

 
 

Mota Engil

A Mota Engil assinou, a 30 de Abril, em Londres um memorando de entendimento com o Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento (BERD) para realizar projetos em parceria nos países da Europa de leste.

O documento abre perspetivas de projetos nas áreas do ambiente, águas, resíduos sólidos, de logística, essencialmente portos, e parques de estacionamento.
A parceria passa ainda pela participação do BERD no capital das sociedades a criar nos países com uma posição minoritária mas de apoio, abrindo a porta de um conhecimento melhor desses mercados.

A responsabilidade da gestão caberá, todavia, à Mota-Engil Ambiente e Serviços (MEAS), subsidiária do grupo de construção para este ramo de negócio.
O BERD é uma instituição financeira internacional que apoia projetos em 29 países da Europa Central à Ásia Central, promovendo a transição para economias de mercado aberto e democráticas.

A exportação de bens com preços inferiores aos praticados no mercado de origem é considerada desleal pela Organização Mundial do Comércio (OMC). A aplicação do direito antidumping é uma medida clássica de defesa comercial para evitar que produtores nacionais sejam prejudicados por importações desleais.

 
 

Negócios do petróleo

O Ministro das Finanças de Portugal, Teixeira dos Santos, disse que a maioria dos 33 por cento da italiana ENI na Galp devem ser adquiridos pela brasileira Petrobras, mas admitiu que a petrolífera angolana, Sonangol, tenha uma palavra a dizer.

Teixeira dos Santos, que realizou visita de trabalho a Angola no final de Abril, advertiu, no entanto, que a questão das negociações que visam os 33 por cento da ENI na Galp “é uma questão que competirá aos acionistas acertarem entre eles”.

“Espero que cheguem a um entendimento. Portugal não tem qualquer preconceito em relação a investidores estrangeiros em Portugal e muito menos em relação a investidores angolanos. Na base do princípio da reciprocidade, Portugal está interessado em investir em Angola e se houver investidores angolanos interessados em investir em Portugal com certeza que serão bem vindos”, disse.

 
 

Barclays e PT

O Barclays passou a deter mais de 5 por cento do capital e direitos de voto da Portugal Telecom, face aos anteriores 2,51 por cento, o que consolida a sua posição de sexto acionista da operadora. Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a Portugal Telecom informou que “o Barclays Plc passou a deter uma participação superior a 5 por cento dos direitos de voto correspondentes ao capital social” da empresa, resultante do fato de ter adquirido, fora de mercado regulamentado, no dia 28 de Abril de 2010, 1.467.616 ações ordinárias da PT.

 
 

Quarta geração

João Relvas/Lusa

O presidente executivo da Portugal Telecom (PT), Zeinal Bava, anunciou a 21 de Abril, em Aveiro, que a quarta geração móvel (4G) deverá estar disponível em Portugal já no próximo ano. O presidente executivo da PT, que prevê que a massificação desta nova tecnologia possa acontecer em 2012 ou 2013, anunciou ainda que a empresa vai realizar um teste-piloto no segundo semestre deste ano, num local que não foi ainda revelado.

Quanto ao processo para a atribuição de licenças da quarta geração em Portugal, Bava defendeu que “é fundamental garantir que os operadores que têm investido no mercado português tenham condições atrativas para continuar a ter acesso a esse espetro”.

 
 
 
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MAIO/JUNHO 2010
 
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